Belo Monte

Boa madrugada chuvosa amiguinhos e amiguinhas,

Ultimamente virou um grande debate a construção da Usina de Belo Monte, principalmente depois do vídeo que os atores da Globo fizeram. O vídeo é muito ruim, nem vou adjetivá-lo porque sou meio mau quando o faço, mas ele é péssimo. Maitê tirando a roupa, sério! O vídeo não tem base nenhuma e eles ainda apelam para um humor esdruxulo que o faz perder a credibilidade. Porém, bem ou mal, trouxe uma grande discussão sobre a construção.

Dentro do Youtube, existem milhares de vídeos contra e a favor, eu gostei muito de um que a MTV fez com um humor interessante, diferente do da Globo, resumiu o vídeo em uma coisa: se informe!

Bom, eu particularmente sou contra a construção, mas admito: eu não tenho muita base sobre o assunto para defender. Eu fiz uma matéria na faculdade que era estudo do apagão e da distribuição energética e a principal conclusão que chegamos era que o problema do Brasil é o grande gasto (financeiro e energético) de transporte de energia, pois o país depende de Itaipu. Outras conclusões foram básicas, como dependência de uma usina, falta de investimento em outras fontes, altos custos em fontes renováveis, poluição das hidroelétricas etc, etc, etc. Resumimos dizendo que construir usinas gigantescas acarreta em levar essa energia para todo o país, grande custo de transporte e grande perda de energia, melhor outras tantas pequenas usinas, assim como outras fontes. Basicamente, e pela minha falta de base, eu sou contra Belo Monte.

Bom, eu fiz uma pequena pesquisa no youtube, afinal vídeo é uma ótima forma de divulgar informações. Há muitos vídeos ruins, eu destaco esse como um dos piores e dos mais difundidos. Piores, pois a base do argumento deles é que os índios estão sendo “estrangeirizados” para que outros países consigam tomar posse da Amazônia e se os estrangeiros não querem a construção da usina, então significa que temos que construir. Calma lá amiguinho! Claro que todos babam pela Amazônia e acredito que muitos não querem uma evolução do país, mas são brigas diferentes! Pode até ser haver esse argumento, mas há outros tantos fatos na história!

Eu vi bastante vídeos e quero ler alguns textos técnicos para me informar mais, mas recomendo dois vídeos a favor da construção:

Verifique os Fatos – Belo Monte

Tempestade em copo d’água?

E recomendo esse ótimo contra:

Belo Monte é a Gota d’água?

Os vídeos possuem textos em sua descrição, dá uma conferida e se informe.

Outros países de primeiro mundo estão investindo na produção de outros tipos de energias, principalmente a solar. Vale destacar que eles não possuem tantos rios e que somos terceiro mundo, mas fico me perguntando até quando teremos essa mentalidade de terceiro mundo, pois me parece que cada vez mais nos atrasa. Não nos falta dinheiro, visto que hoje saiu a noticia que somos a sexta maior economia do mundo. Escandalizo-me com a naturalidade que vemos o quanto será superfaturado, assim como os estádios da copa, e achamos natural. Nos anos 60, nossa mentalidade de terceiros mundistas a evoluir a qualquer preço implantou o sistema rodoviário no país, hoje vemos que a longo prazo foi um grande erro, faremos o mesmo sobre a usina?

Para relaxar depois desse tema, um vídeo do Rafinha Bastos sobre a usina.

Feliz Natal e ano novo coleguinhas!

Acquedotto Felice

Olá amiguinhos e amiguinhas,

Final de semestre é aquela correria de sempre e junto com greve, estágio e o maledetto PEF, logo não fiquei muito tempo preparando meu post. Então vou colocar para vocês verem esse simpático vídeo que um amigo de um amigo fez sobre o Aqueduto Felice, de Roma.

O vídeo faz parte de uma proposta de estudo do entorno próximo do aqueduto, seus moradores, paisagens, etc. É legal que o viaduto começa no perímetro da cidade histórica e corre pela periferia, então é uma visão diferente do que temos da cidade romana.


Deu uma vontade de comer gnocchi e tomar um sorvete!

Favela Rising

O Gabs, aqui mesmo no blog, me sugeriu de ver o filme “O poder de um Jovem” (The Power of One, 1992) e eu gostei muito. Não vou entrar muito nos méritos dele, mas se passa na África do Sul e é sobre a Apartheid. Logo após terem voltados de uma das regiões/ bairros/ cidade (não sei muito bem como eram definido as divisões) destinado aos negros, Maria (branca, filha de um dos pais da Apartheid), em sua mansão, conversa com P.K. (também branco, é o protagonista) e ela diz que não imaginava as condições que os negros moravam, achava que era como ela, mas em casas um pouco menores. Esses bairros negros, morfologicamente falando, eram favelas.

Deste que eu voltei, tenho na minha cabeça a idéia de conhecer mais a realidade ridícula de nosso país, porque acho que somos como a Maria, acho que não sabemos a realidade de tantas pessoas ao nosso redor vivem. Sua empregada doméstica, meu porteiro, aquele cobrador, a tia da cantina, a moça do café e o cara da xérox não vivem em casas como as nossas, só um pouco menor, mas vivem em habitações nada saudáveis, em favelas.

Não é muito difícil pensar porque nos acho ignorantes. Quantas vezes não falamos ou ouvimos comentários sobre como a África sofre e como deveríamos ajudá-la, mas ao mesmo tempo temos milhões de favelados no Brasil. Cara, a gente tem a Indústria da Seca no nordeste!

Como é criada uma imagem que todo favelado* é o Zé Pequeno, evitamos o máximo possível entrar em contato e o que sabemos dessas habitações é o que vemos na TV e, é claro, nunca ligamos as imagens da telinha com a realidade e achamos que nossas faxineiras moram em casas como as nossas, só um pouco menores…

Agora tenta imaginar uma história assim:

Você mora em uma favela e seu irmão acaba sendo assassinado em uma chacina. O que você faz? Explodiria tudo? Bom, o Anderson Sá teve uma idéia relativamente simples e uma força de vontade monstruosa.

No meio de tudo, de uma chacina com o irmão envolvido, ele pensou que formando um grupo social cultural musical ele afastaria as pessoas do tráfico e violência, trazendo uma proposta de futuro melhor. Não é uma idéia simples? Basicamente é o que falam todos os dias que devia ser feito, dar oportunidade aos favelados. Mas o cara foi lá e fez, isso é incrível. O tal grupo é o AfroReggae e essa história é registrada no documentário Favela Rising e essa é a dica do meu post de hoje, em véspera de prova de PEF. Assistam amiguinhos!!

* Reparou que peso a palavra “favelado” trás com ela, violência e tudo de pior.

OBS: Adivinha qual solução os negros pensaram para combater a miséria e a Apartheid, ah… educação…

As cidades e o desejo

“No centro de Fedora, metrópole de pedra cinzenta, há um palácio de metal com uma esfera de vidro em cada cômodo. Dentro de cada esfera, vê-se uma cidade azul que é o modelo para uma outra Fedora. São as formas que a cidade teria podido tomar se, por uma razão ou outra, não tivesse se tornado o que é atualmente. Em todas as épocas, alguém, vendo Fedora tal como era, havia imaginado um modo de transformá-la na cidade ideal, mas, enquanto construía o seu modelo em miniatura, Fedora já não era mais a mesma de antes e o que ate ontem havia sido um possível futuro hoje não passava de um brinquedo numa esfera de vidro.

Agora Fedora transformou o palácio das esferas em museu: os habitantes o visitam, escolhem a cidade que corresponde aos seus desejos, contemplam-na imaginando-se refletidos no aquário de medusas que deveria conter águas do canal (se não tivesse sido dessecado), percorrendo no alto baldaquino a avenida reservada aos elefantes (agora banido da cidade), deslizando pela espiral do minarete em forma de caracol (que perdeu a base sobre a qual se erguia).

No atlas do seu império, ó grande Khan, devem constar tanto a grande Fedora de pedra quanto as pequenas Fedoras das esferas de vidro. Não porque sejam igualmente reais, mas porque são todas supostas. Uma reúne o que é considerado necessário, mas ainda não o é; as outras, o que se imagina possível e um minuto mais tarde deixa de sê-lo.”

 

“Marco Polo descreve uma ponte, pedra por pedra.

– Mas qual é a pedra que sustenta a ponte? – pergunta Kublai Khan.

– A ponte não é sustentada por esta ou aquela pedra – responde Marco -, mas pela curva do arco que estas formam.

Kublai Khan permanece em silêncio, refletindo. Depois acrescenta:

– Porque falar das pedras? Só o arco me interessa.

Polo responde:

– Sem pedras, o arco não existe”.

 

 Italo Calvino

As cidades invisíveis (Le città invisibili)

Companhia das Letras

Um pouco de cinema

Você já se perguntou como as pessoas piram e ficam controláveis em massa? A loucura do fato de uma torcida xingar, brigas e até matar outra pessoa só por torcer por outro time? A existência dos Hooligans? Genocídios como em Ruanda em 1994*? Ou não sei, hipoteticamente seguir um líder com ideologias de massacre de seus diferentes, como o Hitler e seu Holocausto. Claro, isso são só alguns exemplos e até descarto outros momentos históricos pela diferença de mentalidade da época, como o maior genocídio da história, ou seja, a exterminação dos povos nativos americanos pelos espanhóis e portugueses. A minha questão não é qual é a pior ou maior loucura do homem, mas sim como pessoas comuns e normais mudam sua mentalidade quando estão em massa.

Em Berlim, existe o “Memorial aos Judeus Mortos da Europa”, projeto feito em homenagem às vítimas judias do Holocausto. 2.711 blocos irregulares de concreto formam a paisagem no térreo e no seu subsolo há uma espécie de museu que entre suas salas (uma contando a história do Holocausto, número de vítimas, regiões mais dominadas, história de famílias, etc.) há uma com os últimos relatos de algumas vítimas. Trechos de diários antes de serem presos, dentro dos campos, antes de serem mortos e até um homem que era obrigado a trabalhar para os nazistas e sabia o quão horrível eram seus atos, mas não podia fugir. Essa sala é incrivelmente emocionante, infelizmente para o mal.

Bom, vou parar de rodar e chegar aonde quero.

 

Logo na entrada do museu, há uma frase do Primo Levi:

 

 

 

 

 

 

 

 

Será? Até que ponto conseguimos repetir nossas irracionalidades? Pois bem, existe um filme que fala muito disso e de como as massas são facilmente controladas, como as pessoas são facilmente controladas. Para mim é assustador e ainda acrescento um fato: ele é baseado em fatos reais.

 

O filme se passa em uma escola alemã que propõe uma semana de aulas sobre um tema. Para infelicidade de um professor anarquista, ele é escolhido para ensinar Autocracia à sua turma. Seus alunos são desinteressados pelo tema já que acreditam que é impossível repetir o que o país sofrera com Hitler. É nesse contexto que o professor resolve demonstrar como funciona uma Autocracia e é aí que podemos ver como o ser humano é controlável e que podemos repetir coisas terríveis. Segue o trailer.

 

A ONDA (DIE WELLE) – Alemanha, 2008**

Direção: Dennis Gansel

Reportagem da folha da história que deu origem ao filme (Não o leia caso você ainda não viu o filme).

 

Não, eu não quero ser pessimismo com a humanidade, então vou sugerir outro filme para ver.  É a história real de Roberto Carlos Ramos. Eu já conhecia sua história e adorei o filme.

O trailer fala melhor, mas só um resumo: a história é uma criança de família pobre que é mandado para a FEBEM onde diziam ser um centro ideal para formação infantil de crianças. Lá ele é considerado irrecuperável e sofre todas as desgraças que a FEBEM oferece até que ele conhece uma francesa que resolver ajudá-lo.

O filme não tem aquele ar global que broxa em muitos filmes, na verdade é muito bem feito e com partes engraçadas. Eu acho que é um bom exemplo que base e educação fazem as pessoas crescerem e, com elas crescendo, um país cresce. FICA A DICA.

 

O Contador de Histórias – Brasil, 2009

Direção: Luiz Villaça

*Representado em dois ótimos filmes: Hotel Ruanda (2004) e Tiros em Ruanda (2005).

**Agradeço ao Grazzi por me falar desse filme.

Um pouco de literatura

Hoje vou falar de economia política mundial. Mentira, mas eu achei que começando com uma piadinha, eu poderia lhe convencer a ler meu post.

Eu tinha outros temas para postar, mas ultimamente estou numa correria e fiquei sem tempo de preparar, então vou falar de dois livros que sempre recomendo para serem lidos.

 

O primeiro livro é de literatura, um amigo meu me recomendou (depois descobri que ele não o havia lido inteiro) e é muito bom. O romance conta a vida de algumas pessoas nos EUA após a II Guerra Mundial, mas com um detalhe: o Eixo (Alemanha, Itália e Japão) venceu a Guerra.

São diferentes personagens que acabam contando as diferentes faces do mundo. O livro é muito fácil de ser lido. Chama-se “O Homem do Castelo Alto” porque um dos personagens é um homem (que mora em um lugar que ele denomina de Castelo Alto) que escreveu um livro sobre um mundo onde os Aliados teriam vencido a Guerra. Vale muito a pena ser lido e o final é daqueles “O que é realidade?”, sabe? A mesma sensação que você teve ao ver Matrix.

                   O Homem do Castelo Alto

                   Philip K. Dick

                   Editora Aleph

 

 

 

 

Um dia, durante uma aula de paisagismo estávamos discutindo a importância dos campinhos de futebol. Imagens como esta não é incomum no nosso país:*

Enquanto as casas se amontoam e brigam por todo o espaço possível, o campinho de futebol é intocável, mas por quê? Único momento de lazer? Numa vida tão foda, é o momento que pelo menos 11 podem vencer? Confraternização entre todos? Eu não sei. Nossa discussão durou uns 30 minutos e foi a partir disso que a professora me sugeriu como leitura esse livro.

 

O livro é um relato de um jornalista americano (é legal ser americano, pois é um país sem influencias desse esporte, é como se fosse mais imparcial ou muito pelo contrário, talvez cheio de preconceitos? Não sei, tire sua própria conclusão) que viaja entre países e relata a relação do futebol com a sociedade local nesses novos tempos, principalmente com o fator da globalização.

Para os menos apaixonados pelo esporte, não é nem preciso ler o livro para saber que o futebol está presente na história.

Durante a ditadura na Espanha, o catalão era proibido de ser falado assim como qualquer outra característica cultural. Aí que entrou o futebol. Dentro do estádio, nos jogos do Barcelona, era o momento que eles encontravam sua cultura. Falavam, cantavam, gritavam e eram catalães de um modo que não podiam no dia-a-dia. Talvez você não ache interessante, mas eu acho isso incrível. E não para por aí, por mais fraco que seja o futebol irlandês, Celtic x Rangers é uma das maiores rivalidades do mundo, pois representa a eterna guerra entre católicos e protestantes no país.

Esses dois exemplos eu ilustro para mostrar como interessante é esse tema, sinceramente não sei se são relatados no livro, pois, admito, não o li até o final (foi um pouco antes de morar fora e não queria levar leituras em português comigo, não deu tempo de terminar). Mas vale a pena ler, saber que um esporte pode fazer parte de nossa cultura e história.

          Como o Futebol Explica o Mundo – Um olhar inesperado                    sobre a Globalização 
           Franklin Foer
           Editora Zahar

De Cara Limpa

Nos últimos meses comecei a me interessar muito no estudo das pessoas. Sociologia, antropologia… na verdade me interesso muito pelas questões interpessoais e também a relação pessoa-ambiente. Talvez seja isso que a arquitetura me mostrou e talvez seja por isso que a arquitetura me decepcionou. Eu gostaria de entender mais as pessoas, suas relações, sua rotina, mas – nesse caso principalmente – a quebra do cotidiano, do comum.

 

Um dia, mais de um ano atrás, eu estava rodando os canais da televisão na ingênua esperança de achar alguma coisa boa para assistir. Era um sábado à noite e você já deve estar com pena de mim. Eu com meus vinte e poucos anos em um sábado à noite rodando canais, mas sejamos honestos, ao menos eu não aceitei assisti Zorra Total. Mas sabe que por mais milagroso que seja, eu encontrei um programa bastante interessante. Ele se chama “De cara limpa” com o Fernando Caruso.

O programa tem a proposta de quebrar a rotina mal-humorada/ estressante carioca ou paulistana, o que me chamou bastante a atenção, pois – como eu acabei de dizer- foi bem na época que comecei a me interessar nessa questão.

Ele se divide em duas partes, em dois ambientes de “intervenção”. Estou colocando a primeira parte do mesmo episódio que eu vi pela primeira vez, sobre trânsito (admito que a segunda parte desse episódio não é muito legal, mas a do trânsito achei ótimo e outros que existe são excelentes). Eu me interessei muito por como ele lidava em não aceitar a monotonia do cotidiano, lembrou-me até um pouco do filme Patch Adams que na minha infância me tomou por esse mesmo conceito de quebra da rotina. Eu parecia uma criança vendo “O Rei Leão” de tanto que achei a idéia interessante… mentira, mas eu preciso fazer uma propaganda para lhe convencer a ver o vídeo.

 

O legal de ser trânsito é que é algo comum a quase todos, é algo que estudamos no urbanismo e é algo completamente ridículo por passarmos tanto tempo ali, sentados no carro, sem fazer nada, aceitando que – literalmente – perdemos horas de nossas vidas diariamente em uma grotesca fila de carros (um pouco de dramaticidade para esquentar o post).

Bom, eu escrevo muito, então vou me controlar. Segue o vídeo, vejam (a primeira parte tem dez minutinhos é muito menos que o tempo que você perde no trânsito).

 

 

Por que gostei tanto? Primeiro por mostrar o claro contraste entre o “aqui não” (onde crianças brincam de empinar pipa) e o “aqui sim” (trânsito). Depois, por como ele relata a nossa total falta de relação interpessoal e como é simples quebrá-la. A produção é simples, as idéias são simples. Por último, é interessante notar como o trânsito realmente é a primeira coisa que nos marca em um dia (quem nunca teve mau humor um dia inteiro por pegar um trânsito caótico de manhã? Ouviu uma piada no rádio e contou no trabalhou para todos? Ou uma música bacana e ficou cantarolando por horas?).

Acho que o grande problema é que nos acostumamos com os momentos “agora sim” (que nesse caso são os momentos negativos da vida). Violência, trânsito, estresse, frieza, etc… etc… etc… essas coisas não são comuns e não deveríamos submeter grande parte de nossos dias assim, parecem momentos perdidos, saca? Deveríamos rir mais, sabe?

 

Claro que este é um programa de televisão, mas a partir dessa época eu comecei a tentar pensar se não existiria alguma forma que eu pudesse trabalhar com isso, de produzir algo em relação a isso (e claro que recebendo por isso, pois ainda nos submetemos ao capitalismo). Mas enquanto não consigo concretizar formas de realizá-lo, fica nos âmbito da imaginação.

 

De Cara Limpa, com Fernando Caruso.

Quando: Sábados, às 21:30h

Duração: 30 min

Onde: Multishow

Ou Youtube, os episódios estão todos lá.